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Ensaios



Pra conhecer

Nascido em 1982 na cidade de Chongqing, na China, Yundi Li mostrou seu talento musical desde muito pequeno: aos cinco anos ele ganhou o primeiro lugar no competição infantil de acordeão em Chongqing. Em 1989, ele teve sua primeira aula de piano e, dois anos depois, começou a estudar com um dos melhores professores de piano na China, Dan Zhaoyi. Ao ser selecionado para a Academia Musical de Sichuan, ele ainda era estudante da escola secundária. Naquela altura, Yundi já tinha decidido seu objetivo profissional - ser um pianista. Com apenas um ano de estudo, Yundi Li venceu a Competição Internacional Stravinsky de Piano dos Jovens nos Estados Unidos, e no ano seguinte, ganhou a Competição Internacional Liszt de Piano na Holanda. Seu maior triunfo veio em outubro de 2000, quando obteve o primeiro lugar na Competição Internacional Chopin de Piano em Varsóvia. Esta foi a primeira vez em 15 anos que o prêmio foi concedido novamente. Ele também foi o primeiro chinês a ganhar esta honra em 70 anos da história da competição. Seu sucesso em Varsóvia atraiu grande atenção do palco musical internacional, pois os outros ganhadores deste prêmio no passado sempre foram revelados nesta competição, entre eles músicos reconhecidos em todo o mundo, como Martha Argerich e Maurizio Pollini. Como o mais jovem vencedor na história da Competição, Yundi Li mostrou ao mundo o talento e técnica musical dos músicos chineses. Depois da competição, Yundi Li deixou uma impressão de grande auto-confiança na coletiva à imprensa. Ele disse que queria ser o “próximo Krystian Zimerman”. Este revelou sua grande admiração por este famoso pianista. Mas Zimerman recusou-se a ser professor de Yundi Li. Ele disse que, ao conhecer este talentoso músico chinês, percebeu que já não tinha mais nada para ensinar a ele.

 

Do site http://portuguese.cri.cn/101/2008/03/07/1@84812.htm



Escrito por Paula às 17h18
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Pra não esquecer

 

Trecho do livro HAITI: O Terremoto Como uma Evidência da Hipocrisia da Desfarsatez Mundial  de C.L.R James, sobre a ocupação francesa na Haiti e práticas de tortura e violência aos negros escravos.

 

“Os escravos recebiam o chicote com mais regularidade e certeza do que recebiam comida. Era o incentivo para o trabalho zelador da disciplina. Mas não havia engenho que o medo ou a imaginação depravada não pudesse conceber para romper o ânimo dos escravos e satisfazer a luxúria e o ressentimento de seus proprietários e guardiães: ferro nas mãos e nos pés; blocos de madeira, que os escravos tinham que arrastar por onde fossem; a máscara de folha de lata para evitar que eles comessem a cana-de-açúcar, e o colar de ferro. O açoite era interrompido para esfregar um pedaço de madeira em brasa no traseiro da vítima; sal, pimenta, cidra, carvão, aloé e cinzas quentes eram deitadas nas feridas abertas. As mutilações eram comuns: membros, orelhas e, algumas vezes, as partes pudendas para despojá-los dos prazeres aos quais eles poderiam se entregar sem custos. Seus senhores derramavam cera quente em seus braços, mãos e ombros; despejavam o caldo fervente da cana nas suas cabeças; queimavam-nos vivos: assavam-nos em fogo brando; enchiam-nos de pólvora e os explodiam com uma mecha; enterravam-nos até o pescoço e lambuzavam as suas cabeças com açúcar para que as mocas as devorassem; amarravam-nos nas proximidades de ninhos de formigas ou de vespas; faziam-no comer seus próprios excrementos, beber a própria urina e lamber a saliva dos outros escravos. Um senhor ficou conhecido por, em momentos de raiva, lançar-se sobre seus escravos e cravar os dentes em suas carnes.”(JAMES, 2000, p.27).

 



Escrito por Paula às 11h13
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A tietagem do mal

 

Os males cometidos pelos judeus, não vêm de indivíduos, e sim da própria constituição desse povo. São lagartas, gafanhotos que assolam a França. Este trecho de carta escrita por Napoleão ao irmão Jérôme poderia ser usada com honras por Hitler em um de seus discursos militares, aumentando ainda mais a admiração do Führer pelo militar francês.

Em comum, não apenas a aversão aos judeus, mas também aos negros. Em sua profissão de fé ao Conselho de Estado, Napoleão declara: Sou a favor dos brancos porque sou branco. Tamanho o racismo de Napoleão a ponto de revogar a abolição da escravatura das colônias francesas, proibir o casamento inter-raciais, tortura e genocídio em massa, muito antes do holocausto.

Em Saint-Domingue, colônia localizada na America Central, atual Haiti, o general da ilha Victor Emmanuel Leclerc escreveu ao cunhado Napoleão: Eis minha opinião sobre o país: há que suprimir todos os negros das montanhas, homens e mulheres, conservando-se somente as crianças menores de doze anos, exterminar a metade dos negros nas planícies e não deixar na colônia nem um só negro que use jarreteiras.

Sob as ordens de Napoleão, Lecrerc comandou uma vasta série de crueldades: encarcerou e sufocou vitimas até a morte com o uso de dióxido de enxofre (soldados eram mandados para os porões dos navios e ficavam encerrados até a morte no ambiente tomado pelo gás que era produzido durante a desinfetação do local, principalmente para afugentar os ratos); crianças foram colocadas dentro de sacos e atacadas com punhais; cerca de 800 cães buldogues famintos trazidos de Cuba eram alimentados com presos negros em arenas de terror (em sete meses 3 mil pessoas foram devoradas); bolas de ferro ou sacos de areia eram amarradas aos pescoços e lançadas ao mar. Escreveu um marinheiro francês: Ás vezes, os sacos de areia cediam; outras vezes, a corda estava podre ou se rompia. Nesses casos, os corpos subiam à superficie. Era um espetáculo horrendo.

Muito embora as práticas militares francesas não sejam muito difundidas, diversas são as narrativas de terror que estreitam os laços entre Napoleão e Hitler. Além delas, um fato histórico evidencia a admiração de Hitler pelo imperador francês: ao tempo da invasão da França, em 1940, o alemão fez questão de visitar o tumulo do gênio militar, com direito a reverências militares e uniforme de gala. Tamanha a movimentação do evento, foi colocado um piso falso para que a tropa de oficiais que acompanhavam Hitler não estragasse o mármore do mausoléu de Napoleão. Antes de deixar Paris, Hitler ainda mandou derrubar a estátua do general Thomas Alexandre Dumas, o primeiro negro a alcançar a alta patente no exercito francês e que, em vida, havia sido perseguido por Napoleão.

 



Escrito por Paula às 10h50
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