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Ensaios



Voraz

 

Não foi por mim que nasceu o medo da solidão.

Também não me lembro em que momento esta semente foi lançada, se no desconforto dos casais amigos, na esperança moralista da família ou no preconceito de um covarde.

Quando dei por mim, também eu estava tomada pelo medo, sufocada e com medo.

Em meio ao desespero, em lágrimas e fúria me libertei. Arranquei de mim todo aquele emaranhado que crescia e me pesava, deixei que a luz entrasse e enfim me vi como eu era: linda, forte, viva e plena.

Como um potro, tratei de correr e experimentar meu vigor, sentir o vento, me amar como sou e do meu jeito, tratar de ser feliz.

 

 

Regado a Mondo Bongo (Joe Strummer)



Escrito por Paula às 10h21
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